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Governo procura investimento para Tongaat Hullet

Governo procura investimento para Tongaat Hullet

O Governo está à procura investimento de substituição para salvar a crise que assola a gigante tailandesa no ramo do açúcar, Tongaat Hullet. Para o efeito, o Ministério da Indústria e Comércio diz não haver necessidade de abertura de uma nova fabrica para operar neste sector.

O sector do açúcar carece de investimentos para poder continuar com as suas actividades de forma normal. O Governo procura atrair potenciais investidores do sector, de modo a não investirem na abertura de novas unidades fabris de processamento do açúcar sob justificação da existência de duas fábricas, nomeadamente a de Mafambisse e Xinavane, ambas detidas maioritariamente pela Tongaat Hullet, cujo sinal continua vermelho. A Tongaat Hullet viu suas acções a serem desvalorizadas de 173 rands no ano de 2015 para 53 rands neste ano. O Governo diz que essa desvalorização abrange apenas ao grupo Tongaat Hullet.

Segundo o Ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa, o Governo está a fazer o possível para que os trabalhadores não sejam despedidos. A fonte acrescenta que há potenciais empresas interessadas na compra das acções da Tongaat, de modo a dar continuidade ao investimento.

“Porque abrir nova fábrica de açúcar, visto que temos duas que apenas precisam de investimento? E esta alternativa que estamos a levar a cabo a aqueles que pretendem investir neste ramo ”, disse Ragendra de Sousa.

Questionado sobre os nomes dos potenciais grupos que pretendam investir no ramo do açúcar, Ragendra de Sousa disse que o grupo Ilovo pode ser um dos potenciais investidores, não tendo avançado mais detalhes.

Por último, a fonte diz que caberá à Tongaat Hullet na África do Sul saber quem deverá vender as acções. O Governo moçambicano diz que não há problemas financeiros a nível das duas açucareiras (Mafambisse e Xinavane). Refira-se que o grupo TongaatHullet detém cerca de 85% das acções da açucareira de Mafambisse e 88% da açucareira de Xinavane. O restante das acções é detido pelo Governo, através do Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGPE).

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