Quitunda ganha nova escola em Cabo Delgado

Quitunda ganha nova escola em Cabo Delgado

A escola primária construída em Quitunda, a vila erguida para o reassentamento físico das famílias abrangidas pelos projectos de gás onshore em Palma, abriu as portas na passada segunda-feira para o início do 2º semestre do ano lectivo. Crianças actualmente residentes na vila de Quitunda e nas áreas circunvizinhas passam a beneficiar-se desta nova escola que tem uma capacidade para cerca de mil alunos em dois turnos e que vem substituir a anterior escola existente em Quitupo feita de materiais precários. O Director da Escola, Casimiro Martins, afirmou: “Estamos muitos satisfeitos com esta nova escola. Tem melhores condições tanto para os alunos como para os professores do que a escola onde funcionávamos anteriormente antes do reassentamento. Os alunos já não têm de se sentar no chão e nem de se preocupar com os dias de chuva, como acontecia na anterior escola que era feita de material muito precário. Esta é uma escola de alvenaria, com carteiras e cadeiras para todos os alunos e com várias infraestruturas de apoio, como por exemplo sanitários e balneários para os alunos e professores, salas dedicadas aos professores e pavilhão coberto para actividades desportivas.” Pedro Wate, Gestor para Relações Sociais e Comunitárias da Anadarko, afirmou que “em conformidade com a legislação moçambicana e as boas práticas internacionais, construímos a vila de Quitunda que inclui infraestruturas públicas que visam restaurar ou melhorar as condições de vida das populações reassentadas. Esta escola representa uma melhoria substancial de infraestrutura e equipamentos em relação à anterior escola frequentada por estes alunos. Esperamos que a actual escola possa contribuir para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem das crianças. Estamos a trabalhar para desenvolver programas mais alargados de educação, que vão para além da vila de reassentamento e das pessoas transferidas para esta área, pois reconhecemos que a educação é um pilar para o desenvolvimento sustentável de Moçambique.” O projecto Mozambique LNG será o primeiro projecto de GNL onshore em Moçambique, inicialmente composto por dois módulos de produção de GNL com capacidade total de 12,88 milhões de toneladas por ano (MTPA ) para apoiar o desenvolvimento dos campos de Golfinho/Atum localizados exclusivamente na Área 1 Offshore. Este projecto inicial abre o caminho para uma importante futura expansão até 50 MTPA. O Projecto Golfinho/Atum também fornecerá volumes iniciais de aproximadamente 100 milhões de pés cúbicos de gás natural por dia (MMCFD) para uso doméstico em Moçambique. A Anadarko Moçambique Área 1 Lda. é a operadora da Área 1 Offshore com uma participação de 26.5 por cento. O co-emprendimento inclui a ENH Rovuma Área Um, S.A. (15 por cento), Mitsui E&P 2 2 Mozambique Area1 Ltd. (20 por cento), ONGC Videsh Ltd. (10 por cento), Beas Rovuma Energy Mozambique Limited (10 por cento), BPRL Ventures Mozambique B.V. (10 por cento) e PTTEP Mozambique Area 1 Limited (8.5 por cento).

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