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Associações dos Importadores distanciam-se das manifestações

Associações dos Importadores distanciam-se das manifestações

A Autoridade Tributária de Moçambique (AT) promoveu semana finda, uma Conferência de Imprensa que contou coma a presença das Associações de Importadores com vista a dar o seu posicionamento acerca das motivações e contornos das manifestações que condicionaram o normal funcionamento da Fronteira de Ressano Garcia, nos dias 19 e 20, do mês corrente.

No contacto com a imprensa, o Porta-voz da AT, Fernando Tinga, explicou que as manifestações ocorridas em Ressano Garcia decorreram da intensificação do "modus operandi" naquela estância aduaneira, acções que culminaram com apreensão de diversas mercadorias, entre elas, as contrabandeadas e outras que não cumpriram com os requisitos impostos pela lei, para o processo de importação.

Na sua locução, Tinga avançou, ainda, que o aperto do cerco adoptado pelas Alfândegas no controlo, caracterizado pelo acompanhamento das viaturas com mercadorias, desde o ponto de entrada até o local de desembaraço, visando garantir o cumprimento integral do processo de desembaraço aduaneiro, terá sido o "ponto de iceberg" que precipitou as manifestações que afectaram, momentaneamente, o movimento fronteiriço.

Entretanto, as associações de importadores credenciadas e representadas na conferência ora mencionadas, nomeadamente, a Associação dos Operadores e Trabalhadores do Sector informal (ASSOTSI), a Cooperativa de Micro-Importadores de Moçambique (COOPAMIM), a Associação dos Micros Importadores de Moçambique (AMIMO) e a Associação de Importação e Comercialização de Produtos Frescos e Agrícolas (FRESCATA), distanciaram-se e condenaram aqueles actos, justificando que os mesmos, para além de manchar o bom nome dos importadores honestos, comprometem a sua relação com a AT.

A terminar, desencojaram a prática de actos que possam minar a relação entre as partes, visto que, segundo eles, existem canais próprios, já estabelecidos para a troca de correspondência entre a AT e as Associações, no caso de haver qualquer problema e acrescentaram que ser operador do comércio informal não é sinónimo do incumprimento das normas que regem o funcionamento normal de um Estado de direito

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