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Standard Bank distribui cinco mil máscaras

Standard Bank distribui cinco mil máscaras

O Standard Bank procedeu na ultima quinta-feira, à distribuição gratuita de um total de cinco mil máscaras reutilizáveis, para a prevenção da Covid-19, nos orfanatos e lares de idosos, bem como nas zonas de maior concentração de pessoas carenciadas, como mercados, nas províncias de Cabo Delgado e Nampula.

Na província de Nampula, foram contemplados a cidade de Nampula e os distritos de Nacala e Ribáuè, enquanto em Cabo Delgado, o donativo beneficiou à cidade de Pemba e os distritos de Balama e Palma.

De acordo com Jair Ismael, representante do Standard Bank, em Nampula, esta iniciativa tem por objectivo reduzir o máximo possível os índices de transmissão comunitária, apoiando as pessoas mais carenciadas e vulneráveis na prevenção desta doença, de modo a conter a sua propagação e evitar focos de contágio.

Esta oferta, conforme enfatizou, não constitui um acto isolado, uma vez que se enquadra na estratégia de responsabilidade social do banco: É por isso que, recentemente, doámos ao Ministério da Saúde, diverso material destinado à protecção dos profissionais de saúde para que exerçam a sua nobre missão, devidamente, protegidos e sem o risco de serem contaminados.

Por ocorrer na data em que o banco celebra 126 anos de existência em Moçambique, o acto reveste-se de particular importância: Daí que decidimos assinalar a data, junto das nossas comunidades, contribuindo com o pouco que temos para apoiar o combate à Covid-19, segundo disse.

Trata-se do prosseguimento de um conjunto de acções, que tiveram início em Junho, com a oferta ao Ministério da Saúde de equipamento médico, nomeadamente luvas cirúrgicas, óculos, fatos de protecção descartáveis e máscaras para o pessoal médico.

A oficial de programas da Aldeia de Crianças SOS em Pemba, Rosa Dias, uma das instituições beneficiárias, referiu que as máscaras doadas pelo banco constituem uma grande ajuda, uma vez que vão contribuir para a prevenção da Covid-19: Elas vão servir para os colaboradores da instituição, crianças e jovens usarem no seu dia-a-dia, por forma a poderem realizar as suas actividades, fora do risco de contágio, enfatizou.

Para aquela oficial de programas, o gesto do banco representa uma mais valia para a Aldeia de Crianças SOS, sobretudo por se tratar de um acto de responsabilidade social promovido por uma instituição financeira local, visando o desenvolvimento de uma organização de carácter humanitário, que depende de doações.

Refira-se que, as máscaras ora doadas foram encomendadas a Pequenas e Médias Empresas (PME) moçambicanas, envolvendo alfaiates locais, com vista a garantir negócio neste tempo de pandemia, em que várias empresas estão a encerrar as suas actividades.

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