fbpx

CDD considera que Banco de Moçambique está “desacreditado”

CDD considera que Banco de Moçambique está “desacreditado”

O Centro para a Democracia e Desenvolvimento CDD, considera que o Banco de Moçambique “piora o descrédito” do regulador, depois de uma auditoria ter discordado das demonstrações financeiras da instituição.

A firma de auditoria PWC rebateu, em concreto, a omissão do Banco de Moçambique, no balanço de 2018, em relação à consolidação das contas do fundo de pensões dos trabalhadores do regulador Kuhanha, com o argumento de que “não existe um sentido económico relevante que justifique a consolidação”.

Para o CDD, a justificação do regulador financeiro nacional e as outras falhas encontradas nas contas de 2018 mostram o “descrédito” em que a instituição se encontra.

“A não consolidação das contas, por parte do Banco de Moçambique, das contas da Kuhanha nas demonstrações financeiras de 2018, piora um clima de suspeição e descrédito em relação ao regulador que já existia desde 2017″, refere a análise do CDD.

A organização lembra que também em 2017 o auditor manifestou reservas em relação à qualidade das contas do regulador.

O CDD exige que o Banco de Moçambique esclareça as garantias que colocou em prática para assegurar que não haja conflito de interesses no tratamento que dá à Kuhanha, uma vez que esta entidade comprou o Banco Moza em 2017.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *